Helvécio Cardoso: “Iris hoje é um ser alienado, vivendo da nostalgia de um passado que ele pretende glorioso, mas discutível”

Em mais um artigo no Diário da Manhã, o jornalista e polemista profissional Helvécio Cardoso, um dos intelectuais mais eruditos do Estado, volta a falar do candidato do PMDB a governador, Iris Rezende, a quem considera como “um ser alienado, vivendo da nostalgia de um passado que ele pretende glorioso, mas discutibilíssimo”.

Segundo Helvécio, que lembra ter uma longa experiência, como jornalista, na cobertura de fatos e eventos com Iris, o velho cacique peemedebista “nunca foi capaz de conversar em off com quem quer que seja. Nunca esteve aberto para um papinho informal com jornalistas. Ele nunca se expõe, nunca se deixa decifrar. Mas a repetição, por anos a fio, do mesmo comportamento, acaba fazendo dele uma figura absolutamente banal da paisagem política. Acaba virando uma figura folclórica de que todos se riem, à socapa, por certo, mas sempre se rindo. Os jornalistas mais antigos de Goiás não mais o levam a sério”.

O jornalista acredita que Iris não gosta de jornalistas. Assim como, também, detesta funcionários públicos. “Os maiores de 40 anos devem se lembrar bem de como ele cuidava dos funcionários públicos, que têm por Iris um ressentimento profundo. A princípio, um rancor mudo; depois, uma raiva incontida que se expressou nas urnas. O funcionalismo estadual nunca mais votou em Iris depois que ele foi governador pela primeira vez”, finaliza Helvécio Cardoso.

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