“Analfabeto e doente mental”: é assim que Kajuru se refere ao Delegado Waldir agora

A baixaria continua a rolar solta no arranca-rabo entre o vereador Jorge Kajuru (PRP) e o deputado federal Delegado Waldir (PR), intermediado com a competência de sempre pela equipe do Jornal Opção. Os epítetos mais recentemente usados por Kajuru para se referir ao desafeto são “analfabeto e doente mental”. Tanto o vereador quanto o deputado estão cotados para compor chapa com o igualmente explosivo senador Ronaldo Caiado (DEM) na eleição de 2018.

Veja nota do jornal Opção:

Depois de o deputado federal Delegado Waldir (PR) sugerir que Jorge Kajuru (PRP) é aliado do contraventor Carlos Cachoeira, o vereador disparou contra ele na tribuna na Câmara Municipal. Em resposta, disse que não pode ser aliado de alguém que chama de “‘gangster’ desde 1999” e fez ataques pessoais contra o deputado.

“Eu o convidaria a ir a uma clinica psiquiátrica e ver o que significa ‘oligopsiquia’ (pessoa de inteligência escassa), palavra que o senhor não conhece porque é analfabeto. Eu não vou responder ao senhor. Até porque antes sabíamos da sua doença mental, agora os goianos sabem da sua doença moral”, declarou Kajuru.

A confusão começou porque Kajuru cobrou do deputado a presença dele na votação da denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer (PMDB) na Câmara dos Deputados.

Em suas redes sociais, o vereador disse que Waldir foi uma “decepção total”, “traiu a população goiana” e chegou a perguntar se ele havia recebido propina para não votar. “Foi um vexame sua ausência no plenário. Eu não sou da sua laia”, prosseguiu.

Na quarta-feira (9/8), Waldir disse que quem devia esclarecimentos à população era Kajuru. “A vereadora Sabrina Garcez apresentou um vídeo que mostra certa intimidade entre Cachoeira e Kajuru. Portanto, ele não tem credibilidade para me criticar. O vereador precisa explicar-se aos eleitores de Goiânia e de Goiás”, afirmou.

Apesar de defender publicamente a investigação de Temer, Waldir não compareceu à sessão por questões de trauma familiar. Frente à repercussão pública sobre sua ausência, ele se manifestou em seu Facebook esclarecendo que teve uma perda na sua família e que estava recluso sob orientação médica para superar o que ocorreu e apoiar esposa e filhos.