Ao que tudo indica, OAB Goiás vai perder o resto ano discutindo encrenca de dívida e não vai avançar em pautas importantes

OAB Goiás

A gestão de Lúcio Flávio à frente da OAB Goiás ainda não deslanchou e agora volta com força total o debate sobre o rombo nas contas da entidade. Auditoria independente mostrou que o ex-presidente Enil Henrique deixou superávit de R$ 5 milhões e não um déficit de R$ 24 milhões, como acusara Lúcio Flávio. Pautas importantes estão congeladas, as promessas de Lúcio não saem do papel e a encrenca da dívida não deixa a Ordem andar. Perde a advocacia goiana com este debate inócuo e politiqueiro.

Trapalhada de Lúcio Flávio na OAB: auditoria mostra que gestão de Enil deixou R$ 5 milhões de superávit e desmente rombo de R$ 23 milhões

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O resultado é um revés para o atual presidente Lúcio Flávio, que em entrevista ao jornal O Popular acusou o ex-presidente Enil Henrique de deixar um rombo de R$ 23,9 milhões. Num post longo em seu Facebook, Enil avisou que interpelou judicialmente Lúcio Flávio e o atual presidente agora vai ter mostrar à Justiça os documentos que provam o suposto rombo.

Polêmica continua: advogados cobram posicionamento de Lúcio Flávio sobre possível redução de honorários

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Jornal Opção tem acompanhado a encrenca e em nota a OAB negou que Lúcio tenha participado de reunião para tratar da redução dos honorários da advocacia previdenciária. O que acontece, porém, é que não existe um posicionamento oficial do presidente da OAB goiana sobre o tema e isso vem gerando desconforto na classe.

Jornal Opção: mais uma mancada do presidente Lúcio Flávio abre crise na OAB Goiás

OAB Goiás

Jornal Opção relata que Lúcio propôs uma redução salarial para os advogados previdenciários, sendo que a classe esperava justamente o contrário ou pelo menos fixação de um piso salarial. Por essa e outras, Lúcio vem sofrendo críticas e perdeu aquele ambiente de unanimidade total.

Sete meses após assumir a OAB Goiás, Lúcio Flávio ainda não tirou promessas do papel e Ordem segue em ritmo lento

OAB Goiás

A OAB segue meio devagar e a sociedade mal percebe a presença da entidade em debates e discussões importantes. A expectativa em cima de Lúcio é grande, pois ele quebrou a sequência de um grupo que estava há mais de 20 anos no comando da OAB Goiás. Tá na hora de embalar.

Despeito? Assessor de Daniel Vilela ataca OAB-GO, pois entidade não faz o jogo da oposição e ainda colabora com o governo na área da segurança pública

Imprensa, OAB Goiás

Na segunda-feira, diretoria da entidade se reuniu com o governador Marconi e apresentou documento com críticas e sugestões para a área de segurança pública. Foi o bastante para Czepak ir ao Twitter e atacar a OAB-GO. O assessor de Daniel usa um termo nada respeitoso com a OAB e diz que a Ordem foi “amansada” pelo governo.

Goiás tem 35 mil advogados, mas apenas 280, ou seja, 0,1%, assinaram o manifesto dos “juristas” goianos em defesa do governo Dilma

Goiás, OAB Goiás

Dos 35 mil advogados inscritos na OAB-GO, apenas 280, isto é, menos de 0,1%, assinaram o manifesto que será divulgado hoje em defesa do governo Dilma. Pior é que eles se auto-intitulam “juristas”. Não é piada, leitor. Veja.

Lúcio Flávio, presidente da OAB-GO, defende o bota-fora de Dilma: “O impeachment não é golpe, 2016 não é 1964, e crime de responsabilidade há, sim, e mais de um”

OAB Goiás

Em artigo no alto da página de opinião de O Popular, neste sábado, o presidente da OAB-GO, Lúcio Flávio Paiva, defende o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff formulado pela OAB nacional e diz que existem, sim, crimes de responsabilidade que justificam o afastamento. Confira.

Sucumbiu ao nepotismo e ao aparelhamento: Lúcio Flávio nomeia sócios e parentes para cargos estratégicos na OAB-GO

Goiás, OAB Goiás

O novo presidente da OAB-GO, Lúcio Flávio Paiva, nomeou sócios do seu escritório de advocacia, além de uma tia e uma prima, para cargos estratégicos na instituição. Na campanha eleitoral, Lúcio Flávio fez duras críticas ao aparelhamento e ao nepotismo na OAB-GO. Confira os detalhes.

Comentários de leitores publicados por O Popular nesta quarta questionam papel da OAB-GO e dizem que se trata de uma instituição “que não serve para nada”

OAB Goiás

Manhã de quarta-feira indigesta para o presidente da OAB-GO, Lúcio Flávio Paiva: o jornal O Popular reproduz em sua página de opinião comentários de leitores insatisfeitos com a instituição – envolvida em polêmica por uma suposta opinião contra as mudanças na Segurança Pública. “Não serve para nada”, avalia um leitor.

Coluna Fio Direto: advogados do interior reclamam que Lúcio Flávio não cumpriu acordos feitos na campanha

Imprensa, OAB Goiás

As principais reclamações se referem a cargos em comissões técnica e no Tribunal de Ética e Disciplina da entidade. Advogados de Anápolis, Catalão, Pires do Rio e outros municípios estão irritados com o novo presidente. Lúcio ganhou com folga a eleição da OAB no final do ano passado e prometeu uma gestão totalmente inovadora.

OAB-GO, ainda na época de Enil Henrique, propôs ação para proibir o Estado de pedir a reintegração de posse das escolas ocupadas, mas foi derrotada em 1º e 2º Grau

OAB Goiás

A última lambança de Enil Henrique à frente da OAB-GO, antes de entregar a entidade para o vencedor das eleições, Lúcio Flávio Paiva, foi uma ação para tentar proibir o Estado de pedir a reintegração da posse das escolas ocupadas. Resultado: derrota tanto no juízo de 1º Grau quanto no de 2º Grau, por falta de legitimidade. Veja.

Vexame na posse de Lúcio Flávio na OAB-GO: decisões da Justiça Federal expõem ilegalidades na composição da nova diretoria e proíbem diplomação

OAB Goiás

Festa sem brilho e em clima de definição: foi assim que a nova diretoria da OAB-GO tomou posse na noite desta terça-feira, após duas decisões da Justiça anulando a eleição de membros da chapa composta por Lúcio Flávio. Segundo o noticiário dos jornais, a situação é de insegurança jurídica na OAB-GO.

Bomba: Justiça Federal aponta irregularidades na chapa e anula eleição de Lúcio Flávio para a OAB-GO. Posse seria nesta terça-feira

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A Justiça Federal de Brasília anulou as últimas eleições para a OAB-GO, apontando série de irregularidades na chapa do candidato vencedor, Lúcio Flávio Paiva. Ele estava com a posse marcada para esta terça-feira, mas, agora, a situação é de indefinição. Confira.

Lúcio Flávio assume a OAB-GO terça, oficialmente, pressionado por promessas que vão desde fraldário, hotel e papelaria até mudar a Constituição Brasileira

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Lúcio Flávio Paiva assume oficialmente, na próxima terça-feira, o comando da OAB-GO, levando na bagagem um livro de mais de 40 páginas, que ele publicou na campanha eleitoral, com dezenas e dezenas promessas em sua maioria irrealizáveis – como a construção de fraldários, um hotel e a implantação de uma papelaria, sem falar na reforma da Constituição Brasileira para beneficiar advogados.

Primeira crise: OAB-GO proíbe seccionais de indicar delegados e representantes, que passam a ser nomeados pelo novo presidente Lúcio Flávio para atender a compromissos de campanha

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O novo presidente da OAB-GO já enfrenta a sua primeira crise: depois de proibir os presidentes das subseções de indicar delegados jurisdicionados às suas respectivas localidades, bem como dos representantes regionais da Escola Superior da Advocacia (ESA) e da Caixa de Assistência dos Advogados de Goiás (Casag), Lúcio Flávio Paiva enfrenta forte reação. Ele quer fazer as nomeações.

Matéria no Diário da Manhã mostra que rombo na OAB-GO já aumentou de R$ 11 milhões para R$ 15 milhões

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O número do rombo agora bate em R$ 15 milhões e é visto com extrema preocupação pela nova presidência. Lúcio Flávio quer uma audiência do Conselho Federal nas contas e também deve contratar uma auditoria independente. O ex-presidente Enil Henrique nega que tenha deixado esse caos financeiro.

“A OAB-GO está com o nome sujo”, denuncia nova diretoria da entidade

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OAB Goiás está inscrita no cadastro de inadimplentes, tem débitos não só com bancos, mas também com fornecedores e prestadores de serviços. As informações são da própria diretoria da OAB-GO, que se reuniu ontem. Entidade já tem cerca de R$ 400 mil sendo protestados em cartório por fornecedores e prestadores de serviço.