Diferente do que ocorreu com Enem na era Haddad, não há fraude em concurso da PM

A Assembleia Legislativa de Goiás foi tomada nesta tarde por manifestantes que desejam manter as provas do concurso da PM. Eles realizam suas manifestações na galeria do Plenário Getulino Artiaga.

Os manifestantes participaram do último certame para preenchimento de vagas da Polícia Militar de Goiás e reclamam que as provas que realizaram não sofreram fraudes.

O concurso da PM, além da Polícia Civil e outros realizados pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), foi suspenso pelo Governo do Estado após as suspeitas de irregularidades.

Os gabaritos da prova para delegado apresentavam padrão suspeito e despertaram atenção do Ministério Público e da própria UEG. No plenário, a maioria dos deputados diz: quem não deve não teme. Ou seja, se os manifestantes garantem que as provas foram feitas com lisura, as apurações internas vão provar isso e todos serão mantidos com suas colocações.

Os cuidados dentro da UEG é para que não se repitam mais as coincidências de gabarito. Nada ainda foi comprovado – diferente do caso das fraudes do Enem na época em que o prefeito petista Fernando Haddad, de São Paulo, era ministro da Educação.