Secretário mauricinho cometeu ilegalidades na escolha da OS para gerir Hutrin, diz instituto

Desclassificado no processo que escolheu a Organização Social que vai administrar o Hospital de Urgências de Trindade (Hutrin) pelos próximos quatro anos, o Instituto Consolidar acusa o secretário mauricinho da Saúde, Ismael Alexandrino, e os seus servidores de praticar irregularidades no certame. O Consolidar já conseguiu um mandado de segurança na Justiça suspendendo o chamamento. 

O Consolidar afirma que o secretário agiu em “total ignorância ao princípio da colaboração processual” e quis “empurrar garganta abaixo” a instituição escolhida para dentro do hospital. Para o instituto, houve omissão na análise dos documentos apensados na proposta de trabalho. 

Antes de requerer o mandado de segurança, o Consolidar tentou resolver o assunto diretamente com a Secretaria de Saúde, mas não houve sucesso. “O Instituto Consolidar esperava, honestamente, que a Secretaria refluísse de sua decisão no resultado final do certame após o protocolo da notificação sobredita, já que as ilegalidades demonstradas saltam aos olhos”, diz a empresa. 

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