Filemon (à jato) comenta pesquisa Serpes, lamenta mau desempenho de Iris e se rende ao poder de reação de Marconi

Um dos jornalistas mais apaixonados pelo PMDB goiano (em especial pela primeira-dama d. Iris Araújo, a quem já serviu como assessor de imprensa), Filemon Pereira inova como comentarista à jato e publica artigo no site (também pró-PMDB) Diário de Goiás sobre a pesquisa Serpes publicada em O Popular neste domingo.

Filemon mastiga o freio, mas é obrigado a admitir que a pesquisa Serpes traz como surpresa a boa situação do governador Marconi Perillo (PSDB): “A situação é menos pior do que se supunha. Nos bastidores havia relatos de pesquisas que mostravam o tucano em desvantagem maior. Na primeira divulgada, que balizará as articulações e chegará ao eleitor, o cenário é de competitividade”.

Em seguida, Filemon rende-se ao poder de reação e de articulação do governador: “Há que se pontuar que, nas condições enfrentadas por Marconi no último ano, de extremo desgaste, qualquer outro político estaria fora do jogo, completamente morto. Ele, mesmo com dificuldades, segue vivo, com poder de participar ou ao menos interferir na disputa”.

O jornalista lamenta os maus resultados de Iris na pesquisa Serpes, à bordo de um tremendo erro de regência verbal: “Ainda que os números não fazem de Iris um candidato natural”, diz Filemon, quando queria escrever “ainda que os números não façam…”.

O que ele quis dizer é que, para se impor como candidato único da oposição, o velho cacique peemedebista teria de ter mostrado um desempenho muito melhor, para evitar ser alvo de contestação.