Após causar prejuízo de R$ 350 mil ao Vila, Guto Veronez articula eleição de aliado para presidência do clube

Depois de uma passagem desastrosa pela presidência do Vila Nova Futebol Clube, Guto Veronez trabalha noite e dia para eleger o novo cartola do time. Nos bastidores, o comentário é que ele quer manter a boquinha.

Vilanovenses graduados apostam que Guto vai bancar o empresário Lélio Júnior para a disputa. Lélio era dono do Grupo Coral, que teve falência decretada pela Justiça, e atualmente integra o conselho consultivo da Umanizzare, Organização Social (OS) que administra o Complexo Prisional de Manaus.

Depois de ter a falência determinada pela Justiça em 2015, a Coral deixou para trás uma dívida de R$ 200 milhões com fornecedores e, principalmente, salários de seus trabalhadores – boa parte da área de serviços gerais, ou seja, limpeza predial.

O Presídio de Manaus, administrado pela Umanizzare Gestão Prisional Ltda., é aquele em que uma rebelião de presos deixou 15 mortos. Esse é o legado de Lélio, que – afirmam amigos próximos – está financeiramente muito bem, obrigado.

Guto Veronez é outro que deixa esqueletos para trás por onde passa mas leva uma vida boa. Entregou o Vila com um prejuízo de R$ 350 mil, fruto da má gestão de contrato do clube. A suspeita é de que ele tenha executado serviços acima dos valores de mercado. Até agora não se sabe onde foi parar a diferença.

Guto e Lélio, Lélio e Guto. Vem aí uma dupla de peso e competente nos negócios na disputa a presidência do Vila. Bom demais, né?