Jornal Opção diz que depois da última Serpes, Friboi deveria se chamar” Júnior do Traço”

Veja nota do Jornal Opção sobre a reação de Júnior do Traço, o Júnior Friboi, à pesquisa Serpes:

PMDB e PT deverão decidir nome de candidato a governador com base em pesquisa

Iris Rezende e Paulo Garcia avaliam que o candidato a governador será aquele que for mais popular e não o que tiver mais dinheiro
A pesquisa (Serpes) que apontou que, no lugar de Júnior de Goiás, o ex-empresário Júnior do Friboi deveria se chamar Júnior do Traço deixou-o inicialmente prostrado. Depois de intensa movimentação pelo Estado, conversando com líderes de vários partidos, e de conceder entrevistas em jornais e emissoras de rádio e televisão, o peemedebista acreditou que iria aparecer bem nas pesquisas realmente independentes. Co­mo não apareceu, refluiu um pou­co e está trabalhando mais nos bastidores, procurando con­quistar os líderes jovens do PMDB. Aos aliados, tem dito que, no momento, já tem condições de ganhar de Iris Re­zen­de na convenção — o que po­de ser uma ilusão. E de que adianta ganhar o PMDB, mas não levar junto seu principal líder? Sem Iris, o partido fica muito menor. Mais: não basta conseguir a definição de que será o candidato do PMDB — é preciso conquistar o PT dos prefeitos Paulo Garcia (Goiâ­nia) e Antônio Gomide (Aná­polis) e dos deputados federais Ru­bens Otoni e Marina Sant’Anna.

Enquanto Friboi volta-se para os bastidores, ampliando a conquista de peemedebistas — os candidatos a deputado mais importantes do partido já estariam nos seus bolsos —, líderes do PMDB e do PT, como Iris e Paulo Garcia, começam a traçar a forma de como será definido o candidato a governador. Primeiro, a escolha se dará em 2014, e não em 2013, como quer forçar Friboi. Segundo, avalia-se que é preciso verificar quem será o candidato do governo do Estado. Terceiro, pesquisas, tanto qualitativas quanto quantitativas, feitas entre o fim de 2013 e os cinco primeiros meses de 2014, deverão definir o nome do candidato da aliança peemedebista-petista.

Nas conversas entre os líderes peemedebistas e petistas ficou praticamente acertado que o candidato a governador será o “preferido” dos eleitores. O escolhido será o mais popular e não aquele que tem mais dinheiro.