Fieg negocia compra de 300 mil doses de vacina contra covid-19 para Goiás

Com o propósito de contribuir e acelerar a imunização da população goiana, a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) negocia a compra de 300 mil doses de vacina dose única para aplicação em Goiás. A iniciativa faz parte de consórcio com federações das indústrias de outros estados e prevê a aquisição de 3,5 a 5 milhões de doses de vacina contra o novo coronavírus. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Fieg, Sandro Mabel.
“Estamos engajados em salvar vidas e empregos. E a solução é só uma: vacina! Temos reiteradamente pedido ao governador que inicie tratativas para a compra de doses para o nosso Estado. Como não tivemos resposta ao nosso pleito, resolvemos articular solução independente para que possamos retomar, o quanto antes, as atividades produtivas em Goiás”, afirma.
Sandro Mabel explica que já manifestou, inclusive, interesse nos imunizantes excedentes, inicialmente reservados a federações das indústrias de outros Estados. “Temos 300 mil doses reservadas para Goiás, mas caso outras federações não utilizem todas as doses contratadas, vamos comprar o excedente”.
Obedecendo ao previsto no PL 534/2021, as doses adquiridas pela Fieg serão repassadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) para vacinação dos grupos prioritários no Estado. Somente após isso, as doses serão utilizadas nos demais cidadãos goianos, incluindo trabalhadores das indústrias. A legislação foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 10.
“A Fieg contribui há 70 anos com o desenvolvimento de Goiás. São sete décadas fazendo o bem para o nosso Estado. Nessa pandemia, o setor industrial mostra mais uma vez sua força e união, mantendo as atividades essenciais para abastecimento da população e sistematizando ações para combate ao coronavírus, seja por meio da doação de mais de 200 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza para pessoas do grupo de risco e em situação de vulnerabilidade social, seja através da compra de imunizantes para o Estado”, destaca Sandro Mabel.