No O Popular, especialistas em Direito dizem que supersalários da Comurg são “imorais”. E Paulo de Tarso diz que não existe

O Popular registra que, a pedido da reportagem do jornal, advogados especialistas em Direito Administrativo e Direito do Trabalho analisaram a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) firmada entre o Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio, Conservação e Limpeza Pública do Estado de Goiás (Seacons) e o Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação, Limpeza Urbana e Terceirização de Mão-de-obra do Estado de Goiás (Seac-GO) – que representa a Comurg.

Os especialistas afirmaram que, embora não seja ilegal, o documento é imoral.