Karlos Cabral, que hoje pede moderação, moeu Marconi na época da Monte Carlo e não deu direito de defesa

O deputado estadual Karlos Cabral (PT) pediu a palavra na sessão desta quarta-feira na Assembleia Legislativa e solicitou cautela aos colegas antes de condenarem Samuel Belchior (PMDB) por conta de contatos estreitos com membros de uma organização criminosa que desviou R$ 300 milhões de institutos de previdência municipais.

Karlos, quem diria, pregou contra o “denuncismo”.

Na época em que a operação Monte Carlo veio à tona, o petista foi um dos deputados que atacaram com mais violência o governador Marconi Perillo (PSDB), citado em ligações telefônicas de terceiros, sem dar a Marconi direito de defesa.

Lembrando o que disse Túlio Isac: a oposição passou de Mike Tyson a Madre Tereza.