O mundo caindo com a Operação Miqueias e o MP Estadual faz o quê? Cria cargos comissionados

Em mais um trabalho de qualidade, na Operação Miqueias, a Polícia Federal desbaratou uma quadrilha que fraudava fundos de pensão municipais em várias Prefeituras brasileiras, inclusive em Goiás.

Apesar de o assunto não constituir nenhuma novidade em Goiás, já que o Tribunal de Contas dos Municípios vinha denunciando publicamente as aplicações irregulares de fundos previdenciários de Prefeituras como Catalão, Senador Canedo, Aparecida, Pires do Rio e dezenas de outras, o Ministério Público Estadual não moveu uma palha para apurar as irregularidades.

Também pudera.

A prioridade do MP Estadual era criar uma batelada de mais de uma centena de cargos comissionados, alguns com salários de até R$ 15 mil, para preenchimento por indicação, isto é, sem concurso público.

Como se vê, é uma completa inversão de prioridades.

Em Goiás, se há corruptos na cadeia, é porque a Polícia Federal cumpriu a sua missão.

Por conta do MP Estadual, não tem nenhuma na prisão.