Sem a presença do Sintego, prefeito recebe grevistas municipais da Educação. É o começo do fim do mais pelego dos sindicatos goianos

A reunião entre o prefeito Paulo Garcia e os professores grevistas da Educação municipal aconteceu nesta quarta-feira no Paço Municipal sem a presença de nenhum representante do Sintego.

Ué, mas o Sintego não é o sindicato dos professores goianos? Obrigatoriamente, a sua presidente, Iêda Leal, não deveria estar também sentada à mesa de negociações entre os mestres municipais e o prefeito de Goiânia?

Sim e sim. Mas o Sintego, ao se posicionar a favor do “patrão”, a Prefeitura de Goiânia, e contra os trabalhadores, os professores municipais, acabou sendo rifado. A própria categoria recusou a participação do sindicato nas negociações e impôs à pelegada que o comanda a sua maior derrota desde a sua fundação.

Tem muita gente que acredita que a greve dos professores da Prefeitura de Goiânia, ao expor os interesses partidários do Sintego, que manipula a favor do PT e do PMDB, representa o início do fim da atual diretoria do sindicato – liderada por Ieda Leal e Bia de Lima, que foram ferozes na defesa da Prefeitura e mais duras ainda na condenação do movimento de paralisação dos professores municipais.