“Só volto a dormir em casa quando o movimento acabar”, diz professora do município

A longa maratona de protestos e reivindicações não exauriu os professores da rede municipal de ensino, que seguem firmes na luta por causas que consideram justas.

A professora Raquel Salomão, 25 anos, avisa ao prefeito Paulo Garcia (PT) que só vai sair do plenário quando o movimento acabar. “Tem o choque térmico na hora de sair lá fora com esse calor e o desconforto de ir todos os dias tomar banho na casa dos outros, além da tensão. mas não tenho do que reclamar, já que é por uma boa causa”, disse ao jornal O Popular.