Iris não acha recomendável o “novo” para 2014. É trauma: em 1998, perdeu para o “novo”e daí para cá colecionou derrotas

Na sua entrevista de duas páginas ao Diário da Manhã, perguntado sobre um nome “novo” para a eleição de 2014, Iris Rezende, claro, não recomendou de jeito nenhum.

“A única maneira de conhecer a competência, a dignidade e o caráter de um político é analisando o seu passado. Não tenha dúvidas de que o povo pode procurar o novo, mas sempre avaliando ou pesquisando se já ocupou alguma função e como o fez, se com responsabilidade e competência ou não”, pontifica o velho cacique peemedebista.

O mais engraçado é que, em seguida, Iris faz um resumo do seu currículo e garante que é ele, sim, quem tem experiência e que “o povo quer mudar isso que está aí, mas não pela idade, quer mudar é levando em conta o caráter, a competência, a responsabilidade”.

Itens, naturalmente, que só ele, Iris, tem, na opinião dele mesmo.

Em 1998, a eleição para governador foi colocada exatamente nos termos em que Iris procura afastar agora. E ele não só foi derrotado pelo “novo” Marconi Perillo, como iniciou naquele ano uma série de insucessos, com ele mesmo perdendo, para Marconi, duas eleições para governador, dentre outras.

Falar em “novo”, com Iris, significa despertar um “velho” trauma.