Jilmar Tatto, outro membro da tropa de choque contra Marconi na CPI do Cachoeira, está enrolado com propinas em SP

Membro ativo da tropa de choque montada pelo PT para atacar o governador Marconi Perillo na época da CPI do Cachoeira, o deputado federal licenciado Jilmar Tatto, atualmente ocupando o cargo de secretário municipal de Transportes de São Paulo, aparece em uma denúncia da revista Veja – no seu portal na internet – sobre a máfia dos auditores e fiscais da Prefeitura paulistana.

Antes de Tatto, o então líder do PT na Câmara, Cândido Vacarezza, que também foi usado pelo PT para tentar complicar a situação de Marconi na CPI, há poucos dias apareceu em primeiro lugar na lista de políticos que recebiam propinas da Máfia do Asfalto, um esquema de corrupção que desviava recursos federais destinados a obras de pavimentação em municípios brasileiros, através de emendas parlamentares.

Segundo a denúncia de Veja, a mulher de Tatto, Adli Tatto, é sócia de um dos fiscais investigados pela prática de suborno na Secretaria municipal de Finanças de São Paulo, através de um esquema que desviou mais de R$ 500 milhões – cobrando propinas de construtoras para liberar obras. Apertado pelos jornalistas, Tatto disse que havia se esquecido da sociedade.

Jilmar Tatto é de uma família de 10 irmãos, todos envolvidos com a política e vários com acusações pesadas nas costas.