Guia de leitura para o livro Assassinato de Reputações, de Tuma Jr., em 15 passos

Veja dica de roteiro de leitura para o livro Assassinato de Reputações, de Romeu Tuma Júnior. Aqui você encontra tudo mastigadinho para adentrar nas tenebrosas revelações do delegado sobre o estado policial montado pelo PT no Brasil e a máquina de inventar dossiês fajutos para tentar destruir políticos adversários dos petistas e de Lula.

Veja:

1. Da página 51 a 70, estão as informações que confirmam Lula como um “Cagueta” do DOPS. Lula é mostrado como um canalha desde o princípio. Ajudou a ditadura através do trabalho de informante de Romeu Tuma. Foi ajudado por Tuma na doença de sua mãe, e é cobrado pelo Tuminha por ter levado à morte o Tumão.
A frase chave aí é a que diz que Lula não teve na democracia a coragem que o Tuma teve na ditadura para ajudá-lo na doença de sua mãe, a dona Lindu. Lula nunca teve caráter. Desde sempre ele já se mostrava como o maior canalha do Brasil, segundo Tuma Jr.
2 – Da página 71 à 130, estão as denúncias que provam a formação de um estado policial criminoso através da Polícia Federal em favor do projeto de perpetuação no poder do PT. A criação do MCCD ( Método Científico Cronológico Dedutivo) e do PCD (Procedimento Criminal Diverso), que são aberrações jurídicas jamais imaginadas nem na época da ditadura militar ou mesmo pela CIA, FBI, KGB e outros organismos internacionais, provam que o poder no Brasil é exercido por uma gigantesca e superperigosa organização criminosa. Tais procedimentos são armadilhas insuperáveis no sentido de satanizar e incriminar adversários escolhidos como alvos pelo governo petista.

3 – Da pág 131 à 149, Tuma Junior mostra o organograma do poder no estado bandido que foi criado desde a chegada de Lula ao poder. O centro das decisões passa por Márcio Thomaz Bastos, Zé Dirceu, Antônio Palocci, Franklin Martins e Gilberto Carvalho. Tuma Junior mostra que o “governo bandido” do PT tem gente especializada em crimes de sangue, crimes da razão e de crimes de opinião.

4 – Na página 160, Tuma Junior mostra os detalhes da ordem de Lula para o “governo bandido” assassinar a reputação do então senador, hoje governador de Goiás, Marconi Perillo. Tuminha diz que o ódio de Lula a Marconi é mortal. Tão terrível quanto a ordem que veio do Palácio do Planalto para destruir a imagem de Marconi Perillo.Foi a declaração do então Ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, entregando de bandeja os autores do serviço sujo que foi a confecção de um dossiê falso contra Marconi Perillo. Ainda na página 160, o ministro confirma o deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) como autor e o ministro Gilberto Carvalho o co-autor do dossiê falso contra Marconi.

5 – Na página 161, Tuma Junior mostra que contou ao seu pai, o senador Romeu Tuma, que era corregedor do Senado, o plano do governo do PT para tentar destruir Marconi Perillo. Marconi foi avisado por Romeu Tuma da grande armação de Lula e assim ficou sabendo do dossiê fajuto. Logo em seguida o próprio Marconi denunciou publicamente e na Justiça o plano para destruí-lo. Foi sua salvação. Tuma Junior chegou a dizer ao seu pai que o Lula, ao admitir uma sujeira daquela monta, só poderia estar querendo ir para a cadeia.

6 – Na página 162, Tuma Junior mostra aquela história que dá conta da oferta de mensalão que Sandro Mabel (PMDB-GO) teria feito à deputada Raquel Teixeira (PSDB-GO). Aquela proposta de R$ 30 mil mensal e um bônus de R$ 1 milhão no final do ano. Na página 163, Tuma Junior diz que ainda tem guardado o dossiê falso contra Marconi que Lula tanto queria que fosse “esquentado” com a clara intenção de destruir a reputação do hoje governador de Goiás.

7 – Da página 163 à página 165, Tuma Junior mostra várias providências pedindo a apuração do surgimento do dossiê falso contra Marconi Perillo e nenhum resultado de nada. Pedido do próprio Marconi, do deputado Carlos Leréia (PSDB-GO), pedido do senador Romeu Tuma etc… Marconi chegou a pedir via ofício ao ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, para que investigasse a autoria do falso dossiê. Coitado do Marconi. Pediu ao próprio lobo para vigiar o galinheiro. A única resposta veio do DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional) dizendo não ter nenhuma informação sobre qualquer citação de Marconi Perillo naquele departamento. Tuminha conta ainda que como o plano de Lula via dossiê falso para destruir Marconi Perillo não deu certo, deu ordens para os bandidos do poder voltarem a carga sobre Marconi Perillo na CPI do Cachoeira.

8 – Nas páginas 166, 167, 168 e 169, Tuminha mostra mais um plano bandido para assassinar a reputação de mais um adversário. Agora foi um pen-drive lhe entregue pelo senador Aloízio Mercadante e a ordem para fulminar o Tasso Jereissati. Tuminha conta que engavetou a sacanagem. Há também a ordem para Tuminha fulminar José Serra e outros tucanos com o dossiê Alstom, aquele que trata dos trens do metrô de São Paulo e do DF. Esse mesmo que a gente está ouvindo falar quase todos os dias no Jornal Nacional.

9 – Da página 210 à 217, Tuma Junior escancara como o “governo bandido” do PT trabalha para controlar os meios de comunicação, principalmente aqueles que lhe podem ser causador de prejuízos. No plano, consta ainda a tática do governo em montar, contratar e instrumentalizar redes de ataques virtuais através das novas tecnologias. Tuminha detalha até como o governo do PT paga os pistoleiros virtuais, aqueles que são encarregados de assassinar reputações via internet e outras mídias. O plano, segundo Tuma Junior, é claramente para a prática da falsificação da opinião pública.

10 – Das páginas 233 à 282, Romeu Tuma mostra tudo do caso Celso Daniel, o prefeito de Santo André que foi sequestrado e assassinado. Com riqueza de detalhes das investigações de morte de Celso Daniel, Tuminha põe na mesa de Zé Dirceu, Gilberto Carvalho e do Luiz Eduardo Grenhalgh o cadáver do prefeito Celso Daniel. E de lá parece não ter jeito de alguém o tirar.

11 – A partir da página 283, Tuma Junior narra os fatos que provam os grampos ilegais em todos os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Tuminha mostra que através de uma maleta francessa, o delegado Protógenes Queiroz, Dadá e seus “gansos” grampearam todos os ministros do STF. Tuminha mostra ainda que esta maleta francesa é um escândalo, já que funciona tomando o lugar das operadores de telefone e sem deixar rastros. Isso é mais que um escândalo. Tuma Junior diz que por ser assim, a tal maleta francesa tem inclusive o poder criar uma prova telefônica contra qualquer pessoa do mundo, e depois é só pedir uma quebra de sigilo telefônico legal e a tal pessoa será “flagrada” numa conversa que ela realmente nunca fez. É isso mesmo. Segundo ele, este governo bandido do PT tem essa maleta francesa capaz de criar várias ligações de qualquer cidadão do bem para um super traficante internacional de drogas por exemplo, e não deixar rastro nenhum dessa sacanagem.

12 – Das páginas 352 à 364, Tuma Junior mostra o plano do “governo bandido” do PT para vender o Corinthians para a máfia russa. Um verdadeiro escárnio contra o clube mais popular de São Paulo.

13 – Das páginas 389 à 405, Tuma Junior relata a famosa Operação Satiagraha e o envolvimento de gente grande do governo do PT com o escândalo, e que por isso fez grande esforço para engavetar a investigação. Tuminha chama atenção até para o delegado Protógenes e outras autoridades, uma vez que falhas foram cometidas de tal maneira que está e uma outra investigação contra Daniel Dantas foram anuladas pela Justiça. Tuma sugere que muito disso teria sido feito de propósito.

14 – Das páginas 407 à 438, Tuma Junior mostra como é que o estado policial bandido do PT faz para driblar as autoridades e realizar grampos ilegais contra adversários do governo ou “alvos” escolhidos. Tuminha mostra ainda como chegou até a conta do Mensalão do exterior, fala que ao investigar uma conta que seria de Zé Dirceu no exterior chegou ao ponto de ouvir do diretor da PF, Paulo Lacerda, que se os HDs apreendidos com Daniel Dantas fosses vistos por outras pessoas, a república cairia de uma vez. Ele cita inclusive que Lulinha, Filho de Lula, teria sido citado como sócio em algumas dessas contas investigadas no exterior.

15 – Na página 486, Tuminha conversa com Gilberto Carvalho e lhe relembra que abortou a investigação sobre o dossiê Perillo. Gilberto Carvalho diz a Tuminha que tudo bem, mas se puder ferrar Marconi Perillo, o presidente Lula iria achar ótimo. Já página 489 tem a confissão de Gilberto Carvalho da arrecadação de dinheiro que o prefeito de Santo André, Celso Daniel, fazia e repassava para o José Dirceu.