Deputado pra quê? No site da Assembleia, balanço de 3 anos de mandato de Daniel Vilela mostra resultado pífio

Uma pesquisa no site da Assembleia Legislativa informa que os três primeiros anos do mandato de deputado estadual de Daniel Vilela, do PMDB, não trouxeram nenhuma contribuição para o povo goiano.

Filho do prefeito de Aparecida, Maguito Vilela, Daniel conquistou uma cadeira no Legislativo estadual graças ao poder do pai. Ele mesmo, Daniel, gosta de se apresentar como uma das grandes revelações da política regional, com possibilidade de chegar até a governador de Goiás.

A citação do seu nome e a publicação de uma foto em um almoço com uma “pastinha” da quadrilha que fraudava fundos de pensão municipais, conforme o inquérito da Polícia Federal na Operação Miqueias, desaceleram a carreira do jovem deputado – chamado de “mauricinho” pelos adversários, pelo capricho no vestuário e o topete de galã de Hollywood dos anos 50.

Mas a ”produção” parlamentar de Daniel Vilela, conferida no site da Assembleia, traz decepções. São pouco mais de 30 proposições, em três anos de “trabalho”, a maioria dando a instituições filantrópicas o diploma de utilidade pública e outras iniciativas sem nenhuma importância, além de um ou dois projetos estabelecendo restrições para a nomeação de comissionados ou isentando de ICMS a aquisição de veículos pelos empresários do transporte escolar.

Uma matéria, assinada pelo deputado, institui a Semana da Informação Ambiental. Outra propõe um prêmio ao servidor e ao cidadão que denunciarem casos de corrupção. E finalmente mais um incluindo em um certo calendário oficial do Estado o Congresso Goiano de Direito Previdenciário.

O parlamentar que era uma promessa da política de Goiás teve uma atuação pífia na Assembleia.