Para justificar destruição do Meia Ponte, prefeito diz que região tem vocação econômica

Veja essa: alheio à saraivada de críticas que recebeu do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) e da Universidade Federal de Goiás (UFG), o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), avisou que não vai recuar da decisão de autorizar o grau máximo de incomodidade para a região próxima ao Rio Meia Ponte e Avenida Perimetral, na Região Norte.  Trocando em miúdos, isso quer dizer que o prefeito liberou os empresários para construir o que quiserem na região – ambientalmente frágil. Inclusive grandes indústrias poluidoras, emissoras de gases e resíduos sólidos.

O argumento dele: a região tem uma forte vocação econômica e temos que aproveitá-la.

É mole?

 

LEIA MAIS:

Anote: Paulo Garcia vai destruir rio Meia Ponte com mudanças no Plano Diretor

Djalma denuncia: pressa em aprovar Plano Diretor é para beneficiar Hypermarcas

Hélio Telho pergunta: quem financia vereador que vota a favor das imobiliárias?

Estudantes da UFG viram as costas para plenário em protesto contra prefeito

Conselho de Arquitetura diz que mudanças no Plano Diretor são ruins para Goiânia

Paulo Garcia faz a festa do setor imobiliário com mudanças no Plano Diretor