Construtora que vai fazer nova sede da Assembleia tem histórico de irregularidades

A obra de construção do castelo… oooops, da nova sede da Assembleia Legislativa no Parque Lozandes, perto do prédio da Prefeitura de Goiânia, será tocada em princípio pela CCB – Construtora Central do Brasil, que venceu a concorrência realizada há oito anos e deve ser mantida no projeto.

A CCB está envolvida em inúmeras irregularidades.

Construção de casas e extensão da Marginal Botafogo, por conta da Prefeitura, são algumas delas.

Segundo o vereador Elias Vaz, na segunda eleição de Iris para prefeito, “os proprietários da Construtora CCB aparecem entre os maiores contribuintes da campanha do PMDB, o que representaria 10% de toda a prestação de contas eleitoral do prefeito Iris Rezende”.

“De um lado temos uma empresa beneficiada por aditamentos irregulares de contratos na Prefeitura e, de outro, o prefeito que recebeu doação financeira formal dos donos dessa empresa. Isso é muito grave”, atacou Elias Vaz em 2009, quando foram veiculadas as denúncias.

De R$ 32 milhões iniciais, o contrato com a CCB para a extensão da Marginal Botafogo, iniciado na gestão de Pedro Wilson, terminou na gestão de Iris com aditamentos que elevaram seu valor a R$ 75 milhões.

“Era necessária uma nova licitação, mas isso não aconteceu”, acusou o vereador do PSOL.

 

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