Cléber Ferreira foi o capanga escalado por Alcides para censurar Paulo Beringhs

O radialista Cléber Ferreira fingiu revolta com a afirmação do diretor de jornalismo da Rádio 730, Nilson Gomes, de que ele é a personificação do anti-marconismo. Cléber subiu nas tamancas e rodou a baiana para justificar o seu comportamento ácido a respeito do governo: “Não é que eu seja oposição. É que eu nunca babei e nunca vou babar ovo para governador nenhum”.

Verdade mesmo? Que tal um resgate histórico nos fatos?

Faltavam poucos dias para o segundo turno das eleições de 2010 quando o jornalista Paulo Beringhs pediu demissão ao vivo, na bancada do seu telejornal da TBC, em função da tentativa desbragada do alcidistas censurarem o seu programa e impedirem qualquer menção ao então candidato Marconi Perillo (PSDB).

Paulo acusou o ex-governador Alcides Rodrigues, o ex-secretário da Fazenda Jorcelino Braga, o ex-prefeito Iris Rezende e o ex-presidente da Agecom Marcus Vinícius Faria Felipe de orquestrar um esquema de mordaça contra ele. O operador do grupo: ninguém mais, ninguém menos que Cléber Ferreira.

O capanga do alcidismo foi escalado por Marcus Vinícius a participar com Beringhs do programa e sabotar qualquer tentativa de menção ao tucano. Cléber foi o destinatário de uma das frases mais célebres da história do jornalismo goiano, dita pelo colega de bancada na ocasião: “fique com seu emprego que fico com a minha dignidade”.

 

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