Caso Afif mostra que posto de vice está superado e pouco acrescenta na gestão pública

A bola foi levantada pelo colunista Hélio Schwartsman e ganhou chamada na primeira página da Folha de S. Paulo: o cargo de vice-governador não serve para muita coisa e deveria ser extinto.

A proposta de Schwartisman foi levantada a propósito da confusão em torno de Guilherme Afif  Domingos acumular os postos de ministro do governo federal e vice-governador de São Paulo.

De acordo com o colunista, a ideia do cargo de vice foi concebida nos idos do séculos 19, mas envelheceu e não tem mais sentido, causando apenas gastos desnecessários à administração pública.

No caso de vacância por morte, doença ou renúncia do presidente da República, governadores ou prefeitos, o mais democrático seria mais a convocação de um novo pleito, cabendo a transição aos presidentes das casas legislativas.

O bom de tudo isso, diz Scwartsman, é que a extinção dos vices nos pouparia de muitas conspirações e de 5.598 salários em Brasila, nos estados e nos municípios pelo país afora.

O blog Goiás24horas aprova a ideia e faz coro: abaixo os vices.