Faça o que digo, não o que faço: Ministério Público de Goiás não tem transparência, segundo a Folha

O Ministério Público de Goiás está entre os menos transparentes do Brasil, informa matéria publicada na edição da Folha de S. Paulo desta quinta-feira.

O parâmetro do levantamento do jornal é a divulgação dos ganhos dos servidores como determina a Lei de Acesso à Informação (LAI).

Há poucos dias, o Ministério Público estadual obrigou a Assembleia a assinar um Termo de Ajuste de Conduta para divulgar, em seu site, de forma acessível e descomplicada, todas as informações administrativas da Casa. Os promotores fizeram grande estardalhaço, deram entrevistas e ameaçaram o Legislativo com ações na Justiça.

Mas eles integram uma instituição que não cumpre, nem de longe, as exigências que estão no TAC da Assembleia.

Segundo a Folha de S. Paulo, o MP de Goiás foi classificado com “menos transparente” porque não divulga dados individuais e dificulta o acesso por disponibilizar informações incompletas.

É tal qual aquele velho ditado, que encaixa como uma luva para o MP de Goiás: faça o que digo, não o que faço.