Tayrone, que era “homem de partido”, vota contra o chefe em dia polêmico

No dia seguinte à aprovação do projeto de lei do poder Executivo que mutilou o Plano Diretor de Goiânia, o vereador Tayrone di Martino (PT) rebolou para justificar o seu voto a favor da entrega das áreas verdes da Capital para sede insaciável do mercado imobiliário.

Disse que votou a favor do projeto de olhos fechados porque foi obrigado pelo prefeito: “sou homem de partido”.

Incoerente como sempre, Tayrone voltou atrás no que disse, e hoje votou contra a ordem do chefe. O vereador neófito votou a favor do projeto que exigia estudos de impacto de trânsito e vizinhança para obras de alto impacto – proposta que causava arrepios em Paulo Garcia (PT) e no setor imobiliário.

Talvez por inexperiência, Tayrone não deu uma bola dentro em quase seis meses de mandato. Precisa estudar um pouco mais a história de políticos coerentes e sérios. Bons exemplos são para ser seguidos.