O Popular prova que planilhas das empresas são fajutas. E agora, Paulo Garcia?

Em silêncio desde o início da crise do transporte coletivo em Goiânia, que já provocaram quatro manifestações de protestos contra o aumento abusivo da tarifa, o prefeito Paulo Garcia não assume a sua parcela de responsabilidade no episódio.

Transporte coletivo é assunto municipal.

Paulo Garcia, até hoje, limitou-se a defender o reajuste e a dizer que uma revisão, se houver, “tem de ser feita com responsabilidade”. Isso, na sua conta no Twitter.

Agora, o jornal O Popular prova na edição deste sábado, em manchete de primeira página, que as planilhas são mesmo fajutas e incluem – pasme o leitor! – até mesmo impostos que não existem mais.

Olha lá: até mesmo a CPMF, extinta há cinco anos, continua sendo considerada pela CMTC e as empresas na hora de estipular os reajustes e o preço da passagem.

Isso, como diria o comentarista Boris Casoy, é uma vergonha.

 

LEIA MAIS:

Presidente da CMTC ataca Procon mais uma vez e dispara: “Está mal informado”

Piada do ano: revisão e auditoria nas planilhas das empresas vão durar 2 meses

Planilhas apontam 35% de gasto com combustível, Procon fala em 20%, mas em SP não passa de 17%

JA 2ª Edição informa que aumento da tarifa do ônibus foi “irregular”. Segundo o Procon, planilhas são furadas

Aumento da tarifa de ônibus de Goiânia, de 11,11%, foi superior à inflação do período, de 6,5%

Aumento da tarifa de ônibus em Goiânia foi de 11,11%, mas em São Paulo foi menor: 6,7%