A um ano da eleição que vai renovar a sua composição, Assembleia se resume à forte liderança de José Vitti e ao nada vezes nada da maioria dos seus deputados

Assembleia Legislativa

Daqui a exatamente um ano, as eleições vão proporcionar uma renovação da composição da Assembleia Legislativa, que vive, no momento, uma das Legislaturas mais questionadas da sua história.

Salvam-se poucos dos atuais deputados.

Entre eles, o atual presidente do Poder, José Vitti, que se mostrou equilibrado e comedido no exercício de um cargo que desgastou fortemente seus antecessores – desde Jardel Sebba, Helder Vallin e Helio de Sousa.

Vitti é o presidente que, nos últimos anos, menos se envolveu em polêmicas e, pior ainda, escândalos. Sua gestão é limpa e cristalina, sem as massivas manchetes negativas que marcaram e liquidaram aqueles que o antecederam no cargo.

Fora Vitti, a Assembleia do momento é um vazio. A bancada de oposição não tem estrelas: um envelhecido José Nelto atira as mesmas pedras de sempre, enquanto ninguém abre a boca para defender o governo Marconi.

A bancada de jovens da base governista mostrou-se um fiasco. Salva-se Lucas Calil, deputado com boa atuação institucional.

O líder Francisco de Oliveira revelou-se como era de esperar um experiente condutor, enquanto Eliane Pinheiro é hoje, gostem ou não os seus críticos, a parlamentar que mais encaminha as soluções políticas em plenário, uma vocação natural sua (para os bastidores).

Francisco Júnior é outro que consegue ter uma agenda positiva, emplacando projetos inteligentes e dialogando com a sociedade nas redes sociais.

O resto é silêncio.