Empresário afirma que presidente da Goinfra contradiz “dossiê do calote” que ele mesmo montou para prejudicar a Terra Forte

Carlos Eduardo Pereira Costa é proprietário da empresa Terra Forte LTDA, contratada pelo governo de Goiás para pavimentar 51 quilômetros da GO-230 entre Mimoso/GO e Água Fria/GO. Após a pavimentação de 44 quilômetros da rodovia e a chegada de Pedro Sales à presidência da Goinfra, o diretor de Obras, Aloísio Augusto, se encarregou do tal “dossiê” e até voltou atrás na aprovação que ele mesmo tinha assinado anteriormente.

Em contato com o blog o empresário listou os erros de Pedro Sales que jogam por terra tudo o que ele disse ao tirar a empresa da conclusão da obra e colocar a construtora GAE na jogada.

“Os elementos que ele utilizou na Justiça e no TCE contra a Terra Forte não foram utilizados contra a GAE. Além do mais, existem evidências explicitas de advocacia administrativa em favor da GAE. Na sua sanha persecutória, Pedro Sales mente e engana o TCE, o Ministério Público e a Justiça, com calúnias para alcançar seu objetivo”, afirmou Carlos Eduardo.

Veja os 5 itens listados pelo empresário que desmotam o “dossiê do calote”:

1 – A Terra Forte não está na Operação Decantação, mas a GAE está.
2 – Os aditivos da GAE nas duplicações das GOs 020 e 080 são superiores em valores e em percentuais aos de Mimoso.
3 – A pior obra recebida pela GOINFRA é a GO-020.
4- Para a Gae não tem combate a pandemia da Covid-19, para a Terra Forte tem, e não falta dinheiro para o término da obra. O correto é que o dinheiro está em caixa e não pode ser usado no combate ao coronavírus, pois é um recurso do BNDES destinado para este fim.
5 – Conluio na licitação: as licitações ganhas pela Gae na mesma época, o percentual entre o primeiro e o terceiro colocado não chega a 5%. Em Mimoso a diferença entre o primeiro e o segundo colocados é de 15%.