• A sujeira embaixo do pelo
O filósofo Walter Benjamin defendia que a história deve ser “escovada a contrapelo”. É justamente isso que o jornalismo precisa fazer quando os fatos não se encaixam na narrativa oficial construída pelo poder.
No governo Caiado, quanto mais se escova a história a contrapelo, mais aparecem personagens, empresas e instituições posteriormente alcançadas por investigações relacionadas ao Primeiro Comando da Capital, o PCC.
• O caso BK Bank
O Goiás24Horas revelou que o BK Bank movimentou cerca de R$ 1,36 bilhão em programas sociais do governo Ronaldo Caiado entre 2020 e 2025. Os cartões Mães de Goiás, Pra Ter Onde Morar e outros programas comandados pela mulher de Caiado, Gracinha. Esse mesmo banco é investigado por lavar dinheiro para o PCC.
• Que gracinha!
Ao escovar um pouco mais a história a contrapelo, surge o caso de Adair Meira e suas fundações, que possuíam contratos bilionários com o governo Caiado e posteriormente foi alcançado por investigações envolvendo lavagem de dinheiro em outro banco do PCC. E quem foi madrinha dos projetos do Adair? Gracinha Caiado, que até viajou com ele para a Europa.
• A denúncia do Metrópoles
Agora surgiu mais um capítulo. O site Metrópoles revelou que empresas ligadas a Thiago Telles Batista de Souza receberam R$ 209 milhões por meio de contratos com uma Organização Social no governo Caiado.
• Goiás Bioenergia
Também chama atenção o caso da Goiás Bioenergia, beneficiada com cerca de R$ 265 milhões em incentivos fiscais concedidos pelo programa Produzir durante o governo Caiado. O nome da Usina é o mesmo da investigada por laços com o PCC.
• O Maduro de Goiás
É PCC demais nesse governo de Goiás. O presidente dos EUA, Donald Trump pode mandar investigar Caiado, que vai encontrar mais sujeira! Já imaginou, outro Maduro levado para os EUA totalmente acorrentado?
Cristiano Silva
Editor


















