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Artigo: “Reabertura segura”, por Marcelo Baiocchi

Em artigo publicado na edição desta terça-feira (13) do Popular, o presidente da Fecomércio, Marcelo Baiocchi, comenta a reabertura das atividades econômicas em Goiás e diz que os empresários goianos darão sua contribuição com segurança para a superação da pandemia.

“Iniciamos hoje este grande pacto, em que o poder público se compromete em garantir leitos e tratamento para os pacientes, os empresários reafirmam o compromisso de aplicar os protocolos sanitários e os trabalhadores reforçam os hábitos de higiene e os cuidados para com o próximo”, sublinhou.

Leia a íntegra do artigo de Marcelo Baiocchi”

 

“Reabertura segura

Quase 120 dias após as primeiras medidas de controle da expansão do novo coronavírus, poder público, profissionais da saúde, empresários e trabalhadores somam esforços para a reabertura das atividades econômicas em Goiânia.

A caminhada até aqui foi árdua: enfrentamos o desconhecido, perdemos muitas vidas para a Covid-19, mas o objetivo comum de vencer a doença nos uniu.

Os diferentes países ao redor do mundo celebraram um grande pacto contra a pandemia.

Governos alocaram todos os recursos necessários na preparação da estrutura de atendimento dos doentes; profissionais da saúde dedicam toda sua energia à recuperação dos pacientes; cientistas correm em busca da vacina; empreendedores e trabalhadores incorporam os protocolos para conter o avanço da Covid-19.

Em Goiás, as medidas de isolamento adotadas em março por Estado e Prefeitura de Goiânia frearam a expansão da doença e nos mantiveram entre as regiões com as menores taxas de mortalidade do Brasil.

Mas assim como ocorreu em todo o planeta, apesar das providências do governo federal, doença e restrições impostas às atividades econômicas tiveram efeitos devastadores em empresas e empregos.

O impacto sobre a renda das famílias é difícil de estimar, mas a taxa de desemprego chegou a 12,6% em junho. O índice, afirmam economistas de instituições financeiras públicas e privadas, é muito maior, porque está mascarado pela parcela de cidadãos que deixou de buscar trabalho em razão do auxílio de R$ 600 mensais – sem dúvida imprescindível. Sabemos que é falsa a dicotomia entre proteção da vida e preservação da economia.

Defender a atividade econômica é defender empregos e a vida.

A pandemia impôs o desafio de dosar os cuidados com a saúde e a subsistência.

Precisamos de uma ampla concertação entre União, Estados e municípios pela melhoria do ambiente de negócios, com reformas, crédito e incentivo à produção.

Iniciamos hoje este grande pacto, em que o poder público se compromete em garantir leitos e tratamento para os pacientes, os empresários reafirmam o compromisso de aplicar os protocolos sanitários e os trabalhadores reforçam os hábitos de higiene e os cuidados para com o próximo.”