• Morte com atraso na comunicação
Reportagem do jornal O Popular desta quarta-feira (8) revela um caso grave: um paciente morreu e a família só foi informada 16 horas depois. Segundo o relato, os familiares passaram horas sem informação enquanto o paciente já havia falecido. A situação gerou indignação e reforça a sensação de abandono dentro da rede pública.
• Problema não é isolado
O episódio soma-se a uma série de denúncias que chegam diariamente sobre a saúde pública em Goiás: hospitais lotados, demora no atendimento e falta de estrutura. Goiás tem hoje uma das maiores filas de espera por cirurgias eletivas do país, o que é o atestado de incompetência de Ronaldo Caiado, um médico que não deu conta de resolver o problema.
• Relatos de dentro das unidades
Pacientes nos corredores, profissionais sobrecarregados e dificuldade para procedimentos básicos; tudo isto faz parte da rotina nos hospitais públicos em Goiás, administrados por Organizações Sociais milionárias, que prestam um péssimo serviço. Há casos em que acompanhantes relatam que precisam ajudar no atendimento.
Enquanto isso, o governador Daniel Vilela (MDB) diz nas Redes Sociais que Goiás é referência para o Brasil. Descaramento ou cegueira? A prova de fogo do inexperiente e imaturo governador é a Saúde Pública. Se Daniel não conseguir solucionar este problema, terá em seu DNA político a herança maldita de Caiado.

















