Paulo Garcia, o pior prefeito da história de Goiânia, deixou para o sucessor dívidas milionárias com fornecedores da Comurg e serviço de coleta de lixo à beira do colapso, diz O Popular

Na véspera do fim do mandato como prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT) afirmou ao Diário da Manhã que deixaria R$ 2,1 bilhões em caixa para o sucessor Iris Rezende (PMDB). Nesta quarta-feira, o jornal O Popular divulga informações que desmentem a cantilena contada pelo ex-prefeito. Paulo, o pior prefeito da história da Capital, deixou para Iris dívidas milionárias com duas empresas que locam caminhões para Companhia de Urbanização (Comurg), a ITA e a Tecpav, e o serviço de coleta de lixo à beira do colapso.

De acordo com a reportagem do Pop, de 60 caminhões utilizados na coleta de lixo, apenas 20 vinham trabalhando nos últimos dias. A informação é do novo presidente da Comurg, Denes Pereira. “De 25 a 30 estavam parados na garagem da Comurg aguardando o retorno do fornecimento de pneus e os demais esperavam pela reposição de peças”. O texto diz que os contratos referentes aos dois casos (pneus e peças) estão com dívida acumulada com a prefeitura de R$ 7,5 milhões.

Só com a ITA, a dívida já teria chegado a R$ 44 milhões. Em função do débito, a empresa recolheu toda a frota que ela própria locava para a prefeitura.

Em função da falta de veículos, a Comurg dispensou os funcionários para dormir em bancos de praças próximas à garagem da companhia ou jogar baralho nas imediações, como também mostra a reportagem do jornal O Popular.

É este o cenário de caos em que Goiânia se encontra hoje. Graças, a gente repete, ao pior prefeito da história da Capital: Paulo Garcia.