sábado , 7 março 2026
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Caiado entrega 7 hospitais à OS ligada a Mandetta e injeta bolada bilionária no bolso do “compadre” na reta final do mandato

• Intervenção repentina

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) interveio na gestão do Hospital da Mulher (Hemu) e da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, nesta sexta-feira (9), suspendendo o contrato com o Instituto de Gestão e Humanização (IGH).

A organização social Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ) assumiu as unidades por seis meses, com repasse emergencial de R$ 73,7 milhões.

• Dinheiro, mais dinheiro

Com a nova contratação, a HMTJ passa a comandar sete unidades hospitalares em Goiás, consolidando sua presença na rede estadual de saúde. O contrato emergencial prevê repasses mensais de R$ 12,2 milhões. A expansão reforça os laços entre a OS e o secretário Rasível Reis, indicado pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, e ocorre num momento de forte questionamento sobre a qualidade dos atendimentos.

• Favoritismo

A entrada do HMTJ nas novas unidades se soma à polêmica nomeação do Albert Einstein para o Hugo, mesmo tendo ficado em terceiro lugar no certame de 2023. Na ocasião, a própria HMTJ, que havia ficado em primeiro, alegou excesso de contratos para recusar o hospital. O IGH, por sua vez, afirmou que a intervenção foi inesperada e que os serviços estavam funcionando normalmente.

• O compadre

Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde no governo Bolsonaro e padrinho político do secretário estadual de Saúde de Goiás, é apontado como articulador da entrada do HMTJ no estado.

A organização social, já foi investigada pela Polícia Federal por suspeita de desvio de R$ 50 milhões com um escritório no Rio de Janeiro, já soma R$ 118 milhões em contratos emergenciais com o governo Caiado — número que ultrapassa R$ 1 bilhão em repasses totais.

Segundo uma fonte, por trás de tudo existe uma grande jogada com laboratórios de um país que recebeu a visita do governo Caiado, junto foi Mandetta, recentemente… para injetarem medicamentos contra o câncer aqui — entraria, então, em cena o cartel da oncologia, que venderia remédio sem eficácia por preços elevados. E quem paga a conta? Bingo: o cofre público de Goiás.

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