• Taxa do Agro
O debate da PUC TV deste domingo (30) deixou um recado: a eleição em Goiás caminha para um duelo Daniel Vilela (MDB) e Marconi Perillo (PSDB) no segundo turno.
Daniel tentou evitar Marconi. Não perguntava para ele e fugia do confronto sempre que podia. O problema é que nos braços dos outros adversários não encontrou conforto.
Luís César Bueno (PT) abriu a porteira e foi direto na taxa do agro. Quis saber se Daniel pretende continuar com a cobrança criada por Caiado. Daniel defendeu a arrecadação, falou em obras, mas ficou devendo uma resposta objetiva sobre onde estão os R$ 4 bilhões arrecadados.
• Educação
Luís César apertou novamente Daniel na Educação, falando da sobrecarga dos professores. É um assunto indigesto para um governo marcado por reclamações de servidores sobre carga de trabalho e valorização.
• Saúde
Todos os adversários apresentaram propostas para a Saúde Pública. Wilder Morais (PL) detonou sobre a fila de espera quilométrica na regulação e apertou Daniel Vilela. Pois se tem uma coisa que o governo dele não consegue resolver é a Saúde caótica em Goiás. Wilder falou sobre a criação do SUS goiano e Marconi Perillo destacou a contratação de hospitais particulares que atender os pacientes que os hospitais públicos não conseguem.
• Duelo
O embate entre Marconi Perillo e Daniel Vilela começou com uma pergunta sobre a venda do Estádio Serra Dourada por R$ 10 milhões, sendo que o complexo esportivo vale R$ 2 bilhões. Daniel fugiu da pergunta com ataques. Partiu para a baixaria, e esquentou coisas antigas, que quando judicializados contra Marconi acabaram anulados por falta de provas. Marconi apresentou documentos do calote que Daniel Vilela deu no IPTU da casa onde mora e jogou o debate o pesadelo do governador: a sogra, presa pela PF por chefiar uma organização criminosa.

















