Exemplo para Goiânia: Baldy investe na tecnologia QR Code para melhorar transporte coletivo de São Paulo

Em iniciativa que serve de exemplo para Goiânia, o ex-ministro e hoje secretário de Transportes do governo de São Paulo, Alexandre Baldy, investiu na tecnologia QR Code para modernizar o sistema metroferroviário paulista. A partir de agora, os passageiros do metrô e da CPTM poderão comprar bilhetes unitários com QR Code, que é uma espécie de código de barras apto a ser lido e exibido por qualquer telefone celular.

A compra pode ser feita com cartão de crédito pelo celular, por meio do aplicativo VouD, disponível gratuitamente em lojas virtuais de Android e iOS. Depois, basta abrir o QR Code na tela do celular e passar nas catracas com o sistema de leitura nas estações que participam do projeto-piloto.
Também é possível fazer a compra do código com cartão de débito nas máquinas de autoatendimento disponíveis nas estações. Após adquirir o QR Code, o passageiro tem de passar o código exibido na tela do telefone nos bloqueios com leitores instalados.

A ação faz parte do plano de Baldy de modernizar os sistemas de pagamento de tarifas a fim de oferecer mais praticidade e segurança aos passageiros e de reduzir custos operacionais das empresas vinculadas à pasta. O teste é feito é parceria com o Consórcio Metropolitano de Transportes (CMT) e não tem custo para o Governo do Estado.

“Inovações tecnológicas são imprescindíveis hoje para termos mais eficiência na gestão pública e melhores soluções de mobilidade. A tecnologia pode e deve ser nossa aliada para racionalizar custos, tornar o sistema de pagamento mais seguro e oferecer melhor qualidade e agilidade aos passageiros”, afirma Baldy.

A viabilidade da implantação definitiva do sistema será avaliada durante o período de testes. A ideia é que o pagamento da tarifa com o QR Code substitua futuramente a maior parte dos pagamentos com o bilhete magnético unitário, o chamado Edmonson. Na CPTM, em média, 25% dos passageiros pagantes utilizam esse tipo de bilhete. No Metrô, o percentual é de 15%.