Atendimento precário e demorado revela que, com desmonte de Caiado, CRER não é mais modelo em saúde pública

As reclamações sobre o atendimento precário e muito demorado no CRER revelam que o centro de reabilitação deixou de ser modelo em saúde pública no governo Caiado.

Nesta quarta-feira (2), apenas quatro servidores atendiam mais de 300  pessoas que demandavam a unidade de saúde, muitas delas debilitadas e transportadas em macas.

O desmonte do CRER é visível e os próprios funcionários relatam que mais de 400 servidores já foram mandados embora e dezenas de outros já estão com a corda no pescoço.

“O CRER caiu demais no governo Caiado e está longe de ser o que foi com o governador Marconi Perillo e da primeira-dama Valéria” , disse um professor que há dois anos trata de uma lesão na coluna.

Um servidor complementa afirmando que no tempo de Marconi o CRER “era um brinco”. E arremata: “Dava orgulho trabalhar aqui”.