Falta de público e de lideranças expressivas do empresariado revelam fracasso do movimento lançado pela Adial Goiás

A repetida ausência de Sandro Mabel (Fieg) e Zé Mário Schreiner (Faeg) nos eventos do Movimento pelo Desenvolvimento e Defesa dos Empregos, lançado pela Adial Goiás, mostra divisão e revela que o projeto não decolou.

Há desconfiança de que o presidente da Adial, Otavinho Lage, estaria usando o movimento para se confrontar com o governador Ronaldo Caiado e se projetar politicamente com vista às eleições para o governo de Goiás.

O pequeno público e a falta de lideranças empresarias expressivas nos eventos realizados em Goiânia, Rio Verde e Anápolis indicam  que o movimento é um fiasco.