Morte do soldado Walisson: jornalista diz que burburinho é que orientação é para esfriar o caso na sociedade

Mais de um mês após o assassinato do soldado Walisson Miranda, 28 anos, o crime segue som solução e com ninguém preso. O experiente jornalista Rodrigo Czepak escreveu no site Folha Z que corre um burburinho entre as Polícias Civil e Militar de que a orientação é esfriar o caso perante a sociedade. “Os familiares do soldado Walisson Miranda Costa, 28 anos, merecem mais respeito e consideração por parte da cúpula da Segurança Pública de Goiás”, escreve o jornalista.

A família do policial morto criou até um disque-denúncia por conta própria, com recompensa de R$ 5 mil, para ver se consegue informações sobre o assassinato. Walisson morreu dentro de uma viatura descaracterizada da PM. Ele e outros três policiais estavam em serviço em Aparecida de Goiânia. Uma camioneta preta teria passado ao lado da viatura e alguém disparou os tiros. Walisson foi baleado na cabeça.

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