Presidente da Adial defendeu manutenção do crédito moeda, que foi classificado como ‘excrescência’ pelo deputado Humberto Aidar

O presidente da Adial, Otavinho Lage defendeu na rádio Sagres 730 o benefício fiscal do crédito moeda, que nos últimos anos colocou no caixa de 11 empresas em Goiás, sem qualquer contrapartida, quantia superior a R$ 374 milhões. Há, inclusive, caso de compra de fazendas com o crédito moeda.

O relator da CPI dos Incentivos Fiscais classificou o benefício como “excrescência” e apresentou projeto de lei suspendendo o crédito moeda, que tramita na CCJ da Assembleia.