Goiânia precisa de um choque de gestão, afirma Talles Barreto

Durante entrevista ao Diário do Estado, o deputadoe pré-candidato a prefeito de Goiânia, Talles Barreto, afirmou que a capital precisa viver um choque de gestão, pois “parou no tempo”.  Ele defendeu, também, uma gestão humanizada reforçando o legado de assistencialismo e cuidado com a pessoas da social democracia.
O parlamentar relembrou alguns fatos que o motivaram a disputar o pleito municipal na capital, desde o resultado das urnas de 2018, em que o PSDB não saiu vitorioso na disputa do governo estadual, como a liderança da oposição na Assembleia Legislativa, a relação com o presidente estadual do partido.
Barreto ainda ressaltou sobre o que tem sido feito na pré-campanha e as perspectivas para a capital. “Estamos estudando o que podemos fazer de diferente, buscando alternativas interessantes e, sobretudo, discutindo com os segmentos. Começamos a mapear a capital para sabermos o que poderia ser feito em cada região.  Antes do início da pandemia realizamos 10 reuniões em bairros, onde tivemos a oportunidade de ouvir a população goianiense”, frisou.
Talles comentou que o trabalho realizado na oposição possibilitou esse despertar. “Fazemos oposição ao governo, porque sabemos aquilo que foi feito pelos governos do PSDB em prol do desenvolvimento de Goiás e por Goiânia. Queremos mudar a capital”, destacou.
“Nosso governo sempre cuidou das pessoas e nós temos que valorizar isso, quando vamos para um processo eleitoral como este”, comentou Talles ao lembrar de obras realizadas nos governos do PSDB, como a duplicação das rodovias 020, 080, construção do Crer e Hugol.  O parlamentar expôs, também, que ideias para a gestão da capital surgem todos os dias. “Diante da incompetência desse governo vemos o que poderia ser feito e podemos fazer. Por exemplo, Goiânia é a única cidade acima de 1 milhão de habitantes que não tem um hospital municipal”, afirmou.
Segundo ele, Goiânia está bagunçada. “Essa transformação tem que vir. Temos que mudar o sistema, mudar a realidade com uma gestão humanizada e próxima da sociedade. Ter um choque de gestão.”
Enfrentamento da Pandemia
Ao ser questionado como enfrentaria o período de pandemia que estamos vivendo, o parlamentar considerou que faria totalmente diferente ao que foi feito pelo atual prefeito da capital. “Primeiro que eu não fugiria da responsabilidade do problema. Não deixaria a mercê das determinações do governo do Estado. Aquele primeiro lockdown, de 19 de março, foi feito de maneira errada com o fechamento de vários segmentos. Hoje temos várias pessoas passando necessidade. Goiânia é uma cidade grande, deveriam ter sido instalados protocolos além de ouvir segmentos”, considerou.
Outro ponto que levou em consideração foi a falta de diálogo com os segmentos e com o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, cidade vizinha.