• Indústria do fake
O advogado do PL em Goiás, Leonardo Batista, entrou com uma denúncia no Ministério Público apontando o esquema de improbidade dentro da Comunicação do governo Caiado.
Segundo o documento, a estrutura oficial do Estado estaria sendo usada para espalhar informações falsas, atacar adversários políticos e promover o nome de Daniel Vilela (MDB).
• Máquina pública
De acordo com a denúncia, o superintendente de Imprensa, Filemon Pereira Miquel, teria usado WhatsApp funcional, horário de expediente, servidores e ferramentas oficiais — tudo pago com dinheiro público — para coordenar publicações de interesse político de Caiado e Daniel Vilela.
O comando da estratégia, segundo a peça, seria do secretário de Comunicação, Gean Carlo Carvalho, que usou dinheiro público para pagar peças de publicidades, mas na verdade exigia dos veículos a distribuição das reportagens direcionadas com ataques aos adversários e elogios a Caiado, Daniel Vilela e Gracinha Caiado.
• Ataques políticos
Um dos principais alvos apontados é o senador Wilder Morais. A denúncia afirma que foram espalhadas informações falsas sobre uma suposta investigação da Polícia Federal. O Judiciário reconheceu a mentira, mandou retirar conteúdos do ar e determinou retratações em diversos portais.
O advogado sustenta que salários, contratos de publicidade e toda a estrutura da Secretaria de Comunicação são bancados pelo erário.

















