• Dedo na ferida
O procurador-geral da Assembleia Legislativa de Goiás, Iure de Castro Silva, aliado do presidente da Casa, Bruno Peixoto, publicou críticas a Caiado após o anúncio do fim da chamada taxa do agro.
Em postagem no Instagram, ele utilizou tom irônico ao se referir ao governador como “magnânimo” e “generoso”.
• Antecipando julgamento
Segundo o procurador, a revogação da cobrança ocorre no momento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) se prepara para julgar a constitucionalidade de obras sem licitação realizadas via organização social e do IFAG.
Na avaliação expressa por ele na rede social, o governo teria antecipado o fim da taxa diante do risco de derrota judicial.
• Desvio de R$ 48 milhões
Na mesma publicação, Iure afirmou que a gestão estadual contratou um escritório de advocacia para defender a lei, com honorários de R$ 48 milhões.
De acordo com ele, os recursos foram desviados pela OS e saído da própria arrecadação da taxa do agro, o que, em sua interpretação, transferiu ao produtor rural o custo da defesa da OS e do próprio governo Caiado. Alô Ministério Público: Isso precisa ser passado a limpo.

















