quinta-feira , 23 abril 2026
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Olha só quem o Goiás24Horas encontrou no aeroporto de Congonhas: o quase ex Caiado — ninguém reconheceu ou quis cumprimentar. Aí está a diferença entre ele, Lula e Bolsonaro

• Só, sozinho, solitário

O Goiás24Horas flagrou o embarque do quase ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A cena chamou atenção pela ausência de qualquer movimentação de eleitores ao redor dele. Ninguém quis uma selfie ou um aperto de mão, “ninguém”, senhores.

Caiado volta à condição de cidadão comum e deixa para trás toda a estrutura do governo que sempre utilizou, como aviões e helicópteros. Agora, precisa se readequar à nova fase (sem o foro privilegiado), diante do que lhe aguarda após o fim do mandato.

• Uma hora de observação e silêncio total

Durante cerca de uma hora no aeroporto, acompanhamos a movimentação para observar se ele seria reconhecido fora de Goiás. O resultado surpreendeu: ninguém se aproximou para cumprimentar. Ou seja: passou do rio Meia Ponte, ninguém sabe quem é.

• Entre anonimato e rejeição

A cena levanta duas hipóteses: não foi reconhecido ou foi reconhecido e evitado. Durante todo o tempo, Caiado permaneceu no celular, com semblante fechado, sem interação, transmitindo uma imagem de frieza, distanciamento e antipatia.

• Comparação com outros líderes nacionais

A situação contrasta com nomes como Jair Bolsonaro (PL), Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que dificilmente passariam despercebidos em um aeroporto como Congonhas, diante da mobilização de apoiadores. Como diria Matheus Ribeiro: “Tchau, brigado”.