• Só, sozinho, solitário
O Goiás24Horas flagrou o embarque do quase ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A cena chamou atenção pela ausência de qualquer movimentação de eleitores ao redor dele. Ninguém quis uma selfie ou um aperto de mão, “ninguém”, senhores.
Caiado volta à condição de cidadão comum e deixa para trás toda a estrutura do governo que sempre utilizou, como aviões e helicópteros. Agora, precisa se readequar à nova fase (sem o foro privilegiado), diante do que lhe aguarda após o fim do mandato.
• Uma hora de observação e silêncio total
Durante cerca de uma hora no aeroporto, acompanhamos a movimentação para observar se ele seria reconhecido fora de Goiás. O resultado surpreendeu: ninguém se aproximou para cumprimentar. Ou seja: passou do rio Meia Ponte, ninguém sabe quem é.
• Entre anonimato e rejeição
A cena levanta duas hipóteses: não foi reconhecido ou foi reconhecido e evitado. Durante todo o tempo, Caiado permaneceu no celular, com semblante fechado, sem interação, transmitindo uma imagem de frieza, distanciamento e antipatia.
• Comparação com outros líderes nacionais
A situação contrasta com nomes como Jair Bolsonaro (PL), Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que dificilmente passariam despercebidos em um aeroporto como Congonhas, diante da mobilização de apoiadores. Como diria Matheus Ribeiro: “Tchau, brigado”.

















