Veto
- O governador Daniel Vilela (MDB) confirmou o veto ao projeto de lei que garante benefícios e progressões para servidores da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) — mesmo após aprovação unânime dos deputados.
Seletivo
- A justificativa foi “responsabilidade fiscal”. Mas o discurso soa no mínimo seletivo: enquanto veta direitos de servidores, o governo não demonstra o mesmo rigor com gastos milionários, como os gastos feitos para o MotoGP.
Afronta
- Nos bastidores, o veto caiu como afronta ao Legislativo. O presidente da Alego, Bruno Peixoto, já sinalizou reação, e deputados devem derrubar a decisão do governador.
- Na prática, o recado do governo é claro: para eventos de vitrine, há dinheiro. Para valorização de servidores, não. Só não enxerga quem não quer.

















