Acordo entre Paulo Garcia e comando de greve representa o declínio moral do Sintego

O grande derrotado nesta greve de quase um mês dos professores pronuncia-se com sete letras: S-I-N-T-E-G-O.

A pouca credibilidade que restava ao sindicato comandado por Iêda Leal e Bia de Lima foi para a vala.

O Sintego se omitiu e abandonou os próprios filiados. Abandonou os professores e servidores para ficar ao lado do PT de Paulo Garcia. Ficou na cara demais. Foi patético. Pífio.

Percebendo a manobra vermelha do Sintego, o comando de greve exigiu diálogo direto com o prefeito. Sem intermédio do sindicato. Isso representou o verdadeiro declínio moral da turma de Iêda e Bia.

Nesta sexta, Paulo Garcia acatou e assinou o documento com as mudanças propostas pelo comando de greve e devolveu a lista de reivindicações aos professores na Câmara.

Está marcada uma assembleia para segunda-feira. Os servidores vão analisar o documento da prefeitura e devem colocar fim à greve na educação.

O futuro de Iêda e Bia é incerto. Os quase mil professores em greve vão pedir desfiliação do Sintego. Ninguém mais acredita no sindicato.