• O vaqueiro da Odebrecht subiu
Soltem os foguetes. Abram o champanhe. O caiadismo tem motivos de sobra para comemorar.
Em 1989, quando disputou pela primeira vez a Presidência da República, Ronaldo Caiado terminou a eleição com 0,72% dos votos válidos.
Agora, apenas 37 anos depois, a nova pesquisa Quaest mostra Caiado com extraordinários 1% das intenções de voto. Isso graças a parceria do vice dele, Gilberto Kassab (PSD) e a fantástica estratégia de fazer campanha tomando vinho no Mercadão de São Paulo.
Isso mesmo.
• De 0,72% para 1%
Um avanço de impressionantes 0,28 ponto percentual em 37 anos. Mantido o ritmo, é melhor o Palácio do Planalto esperar sentado. Caiado já é o mais rejeitado do Brasil.
Na rodada anterior da própria Quaest, Caiado tinha 4%. Agora despencou para 1%, enquanto Augusto Cury saiu de 2% e disparou para 10%.
Caiado foi parar no pelotão de baixo da eleição, tecnicamente embolado com candidatos que lutam para escapar da rabeira.
• Daniel vai esconder Caiado?
E é aí que entra o zum-zum-zum do Palácio.
Fontes ouvidas nos bastidores afirmam que, depois do tombo de Caiado para 1%, Daniel Vilela estaria sendo orientado a reduzir as referências ao ex-governador nos próximos programas eleitorais.
Cristiano Silva
Editor


















