Signates comenta o artigo proibido de Lênia Soares: A prefeitura não era a joia da coroa? Virou mico?

O artigo proibido da jornalista-militante Lênia Soares foi retirado da página do Diário de Goiás na internet, mas repercutiu mesmo com pouco tempo disponibilizado para leitura.

Lênia diz que o pessoal de Paulo Garcia atribui o fracasso administrativo do prefeito petista à herança maldita deixada por Iris Rezende.

Veja o que disse Twitter o professor e analista político Luiz Signates:

Luiz Signates @signates
Uai, a Prefeitura de Goiânia, jóia da coroa, virou mico?

Veja o artigo:

Iris vira o vilão da história na Prefeitura de Goiânia

Escrito por Lenia Soares – Publicado em 13 Novembro 2013.

Aliados próximos ao prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), encontraram um culpado para a falta de recursos e consequente dificuldade no cumprimento de promessas de campanha: o ex-prefeito Iris Rezende (PMDB).

Apesar de o assunto ser tratado com reserva, não é mais segredo o que está na boca de petistas e até alguns peemedebistas que trabalharam na gestão passada.

O “custo Iris”, que investiu pesado para cumprir a promessa de asfaltar todas as ruas que faltavam em Goiânia e para fazer obras grandes como o viaduto da T-63, é apontado como o responsável por hoje Paulo Garcia ter recursos reduzidos para tocar a administração.

O prefeito evita o assunto diretamente porque entende que só é prefeito por causa de Iris. Segundo seus aliados, porém, Paulo Garcia estaria sofrendo calado com a ‘herança maldita’ deixada por Iris.

E a queixa não é recente. Um peemedebista, incomodado com a situação interna, ressalta que a justificativa dos petistas é dada desde o início da gestão. Antes mesmo de esfriar os ânimos dos excessos prometidos, encontraram no ex-prefeito a causa primária de seus futuros problemas.

Uma solução que tem sido comentada no Paço Municipal é a desincompatibilização de Paulo Garcia no próximo ano.

Ainda que não seja um nome favorito para as eleições de 2014, não seria também o principal alvo de críticas no período eleitoral. No caso, restaria ao vice-prefeito, Agenor Mariano (PMDB), os transtornos da gestão petista, sem benefícios.