Colunista do UOL diz que Caiado corre risco de virar o novo Padre Kelmon na disp…
Deputado Amauri Ribeiro se torna réu por violência política de gênero contra Bia…
CNJ afasta juíza de Goiás que impediu adolescente vítima de estupro fazer aborto…
Senador Jorge Kajuru sofre acidente de trânsito e é levado para hospital
“Depois do tapa não adianta cobrar tornozeleira” — Daniel Vilela aposta em fala …
Uso político da segurança: Daniel Vilela repete Caiado e ignora valorização real…
Caiado, Kassab e um partido dividido; se fosse um livro se chamaria Dom Quixote …
Daniel Vilela, “o padre” da Lava Jato, esconde um passado que o condena
“É claro que qualquer um de nós pode vir a ser vítima fatal do coronavírus. Infelizmente, tudo indica que mais de 130 mil brasileiros perderão a vida por causa desta pandemia, mas tudo indica que Bolsonaro não se tornará parte desta deplorável estatística. É difícil imaginar que um presidente da república morreria por este motivo pelo simples fato de poder dispor da melhor assistência médica possível em seu país e no mundo. Se ele pode não morrer do ponto de vista físico, certamente pode acontecer do ponto de vista político.
Winston Churchill dissera que “a política é quase tão excitante como a guerra e não menos perigosa. Na guerra a pessoa só pode ser morta uma vez, mas na política diversas vezes”. Bolsonaro poderá ser morto pelo coronavírus na eleição de 2022, ou até mesmo antes em caso de afastamento.
O fato é que a sua contaminação pelo COVID-19 será mais um capítulo de um enredo que já está levando sua imagem a piorar, e imagem é tudo quando se trata de eleição. A rejeição a seu governo era de aproximadamente 30% de ruim/péssimo antes da pandemia, e agora atinge em torno de 50%. Vinte pontos percentuais é uma tsunami quando se trata de opinião pública. Se considerarmos apenas os votos válidos de 2018, isto significa que 20 milhões de eleitores passaram a considerar seu governo ruim/péssimo, é praticamente metade da população do Estado de São Paulo.
Aqueles que hoje rejeitam o Governo Bolsonaro o fazem porque a economia está indo muito mal e o presidente fez pouco caso da doença, isso vem resultando em milhares de mortos, colocando o Brasil como o segundo pior desempenho – até agora – no que tange à contenção da pandemia. Adicione-se agora a esta história o fato de ele ter se contaminado, eis a prova cabal que faltava de que o presidente não se importa com a saúde e o bem-estar de ninguém, nem de si próprio. Na campanha de 2022 será perguntado se faz sentido continuar sendo governado por alguém assim.
No seu caso, portanto, tudo indica que o efeito da doença será prolongado e que sua morte poderá vir a ocorrer na política, talvez definitiva ao contrário do previsto por Churchill.”
*Publicado originalmente no blog do autor
“Depois do tapa não adianta cobrar tornozeleira” — Daniel Vilela aposta em fala imatura e simplista para combater a violência doméstica e o feminicídio em Goiás
Uso político da segurança: Daniel Vilela repete Caiado e ignora valorização real dos policiais. Equipamento de trabalho não coloca comida na mesa
Caiado, Kassab e um partido dividido; se fosse um livro se chamaria Dom Quixote e Sancho Pança pelo avesso
Daniel Vilela, “o padre” da Lava Jato, esconde um passado que o condena
O que é abuso? O que é desacato? Prisão de vereador em Goiás levanta alerta sobre ações da polícia
Servidor público escravizado: Lei Banco Master de Caiado abriu caminho para o CredCesta, modelo de exploração do grupo Vorcaro
Delação de Beto Louco pode abalar a Segurança Pública do governo Caiado/Daniel. — “Crime organizado tem mais de 1.000 postos de combustíveis”, diz Folha de S.Paulo, e Goiás faz parte do sistema
Asfalto “sonrisal do Caiado” de R$ 250 milhões fracassa. Autódromo está fechado, sem data de reabertura. Daniel Vilela precisa explicar: onde foi parar esse dinheiro?
Gilberto Kassab é o gênio do Centrão: candidatura de Caiado acerta Flávio Bolsonaro em cheio, garante Ministérios ao PSD antes e depois, agrada Lula e arranca aplausos da direita
Jornalismo bancado com dinheiro público esconde o trágico legado do governo Caiado nas contas públicas. Desastre poderá comprometer o Estado de Goiás por 20 anosSilvinei Vasques, ex diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), se aposentou aos...
O mundo bolsonarista esperava enfim o anúncio de intervenção militar em uma...
O deputado federal Célio Silveira (MDB), um verdadeiro ‘político ensaboado’ em Brasília,...
Por aclamação, o Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil...