Corrupção
• A Justiça de Goiás converteu em preventiva a prisão do delegado Dannilo Ribeiro Proto, investigado por fraudes e desvio de recursos públicos que somariam R$ 2,2 milhões em contratos ligados à educação. Também foi determinado que ele seja encaminhado à Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de Goiânia, após audiência de custódia nesta sexta-feira (22).
A decisão judicial
• A juíza Lívia Vaz da Silva determinou que o delegado cumpra a prisão em cela especial, medida justificada para resguardar sua integridade física.
• A defesa ainda pode recorrer, mas a prisão preventiva reforça a gravidade das suspeitas levantadas pelo Ministério Público.
A operação
• A investigação faz parte da Operação Regra de Três, conduzida pelo MP-GO em parceria com a Polícia Civil, que apura a existência de uma organização criminosa liderada por Dannilo e sua esposa.
• O Ministério Público do Estado de Goiás estima que, desde 2020, o esquema teria desviado mais de R$ 2,2 milhões dos cofres públicos
• O grupo é acusado de fraudar contratos de reformas em escolas estaduais, além de direcionar licitações de concursos e serviços gráficos.
Esquema de desvios
• O MP aponta indícios de crimes como falsidade ideológica, lavagem de capitais e contratação ilegal, com ramificações que ultrapassaram o setor educacional.
• Entre os contratos investigados estão a impressão de material didático e a contratação irregular de um instituto para realizar concurso da Câmara de Rio Verde.

















