quinta-feira , 23 abril 2026
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Devassa ilegal: “QG” de Caiado contaria com rede de advogados e até promotores de justiça para atacar adversários a favor de Daniel Vilela; Um verdadeira Organização do crime eleitoral

• Denúncia grave

O Goiás24horas recebeu mais uma denúncia sobre os tentáculos do gabinete do ódio do governo Caiado, que estaria pronto para disparar contra adversários políticos de Daniel Vilela em 2026.

Segundo fontes ouvidas pelo G24H, estaria em curso a estruturação de um novo núcleo de atuação política e jurídica, apelidado internamente de “QG jurídico”, com foco em devassas, produção de denúncias falsas e assédio processual contra os possíveis candidatos a governadores de Goiás em 2026.

• Destruir Marconi Perillo

De acordo com o relato recebido pela reportagem, uma equipe de advogados estaria promovendo uma devassa sistemática na vida do ex-governador Marconi Perillo, além de familiares, amigos, aliados políticos e ex-prefeitos que governaram durante suas gestões.

Ainda segundo a denúncia, o objetivo seria transformar esse material, a partir de 2026, em uma série de ações judiciais, representações e procedimentos, criando um ambiente permanente de desgaste político e midiático.

• Agentes do MP no meio

O ponto mais sensível da denúncia é a suspeita de que agentes públicos poderiam estar sendo instrumentalizados nesse processo em troca de cargos para parentes ou pagamentos em espécie, vindo de fontes suspeitas.

“Basta olhar o padrão de vida deles que vocês vão ver quem está no esquema. São os mesmos que denunciam e estão entrelaçados nessa organização do crime eleitoral”, disse nossa fonte.

Uma série de denúncias montadas contra Marconi Perillo (PSDB) estaria pronta para explodir no início de 2026. Isto geraria notícias, que também já estariam escritas com manchetes escandalosas, que seriam distribuídas pelo secretário de comunicação Gean Carlo Carvalho e seu comparsa no esquema, o servidor Filemon Pereira.

Alertamos os órgãos de controle, como o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), porque não podemos aceitar o uso indevido e político do Ministério Público nesse mar de sujeira.

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