• Decisão preventiva
A suspensão temporária da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan foi adotada como medida preventiva e segue os protocolos internacionais de segurança em saúde pública. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (8) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
• Casos graves
O diretor do departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti Fernandes, informou que entre janeiro e 30 de maio, as autoridades identificaram três ocorrências classificadas como inesperadas, ou seja, situações que não haviam sido observadas durante os estudos clínicos realizados antes da autorização da vacina.
• Duas mortes
Entre os três casos analisados está o de uma mulher de 39 anos que apresentou febre, dores musculares e náuseas seis dias após a vacinação. Ela evoluiu para um quadro de dengue grave com choque, precisou de internação em terapia intensiva, mas recebeu alta após a recuperação.
Outro caso envolve uma mulher de 48 anos que apresentou sintomas neurológicos graves, incluindo quadro compatível com meningoencefalite, 19 dias após a vacinação. Ela morreu.
O terceiro caso é de um homem de 58 anos que desenvolveu febre cinco dias após receber a dose. O quadro evoluiu rapidamente para dengue grave com choque refratário. Ele também morreu.

















